Rota 173

Localizado em um complexo demográfico rodeado de montanhas e ruas calçadas por paralelepípedos provenientes de suas próprias pedreiras. Tem ouro no nome, mas pode crê é ouro de tolo. Esse blog foi criado para que os integrantes do Clã Rota 173,no qual tem como objetivos frequentar eventos e festivais de rock'n roll; fazer viagens com foco em diversão; observar os transeuntes e incorporar bordões; postar seus textos, fotos,vídeos, e quaisquer outras "bestages" que estiverem a fim.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Orgias na caverna de Platão ( Parte 2 )

*obs: para compreensão deste texto deverá ler a parte 1.
Estava recontando a história de Lázaro, no qual, ele contava nas feiras de tabaco, sabor menta extra-refrescante e agora nova edição sabor kiwi, na Galiléia; o grande acontecimento realizado por Platão, que ficou conhecido como o “Mito da caverna”.
Agora vamos falar o que aconteceu no período entre a 6ª e 8ª lua.
Hermes narra:
“Os participantes permaneciam acorrentados, apenas uma única fresta de luz que ilumina a caverna, e que projeta sombras na parede. Alguns dos participantes já estão acreditando que só existe as sombras, a caverna e as correntes, a alienação é o que acontece.
Confrontos e intrigas estavam para acontecer no exato momento que Paris se interessou por Helena e disse:
– Helena vamos embora para Tróia, pois lá será um dia a rainha.
– Não Paris – disse Helena desentendida – Elvira é a rainha, eu sou a mulher de Menelau.
-Não se faça de tola – Paris se enfureceu com a ingenuidade de Helena – Menelau é apenas um guerreiro espartano, já eu em Tróia sou o maior, sou líder, sou O Sedutor – falou com um olhar de arrogância para Hercules – e sim, eu darei conta do hardcore.
Judas ao ouvir toda aquela conversa, foi logo falar com Menelau, o que fez despertar a ira de Esparta, e ameaçou invadir Tróia e degolar Paris.
Heitor que já estava alienado, e tentando entender tudo o que acontecia, disse:
– Aqui é Tróia? Esta caverna chama-se Tróia? O que é Tróia? – olhou para todos procurando a resposta, e Paris olhou-o com desprezo, o que fez Heitor dar de ombros.
Xena com sua bravura tentou ameniza toda a situação, mas fora interrompida pela manifestação de Dercy Gonçalves:
– Poooooooooorra!!! Vai brigar o caralho! O povo não quer ver briga, o povo quer ver a gente fazendo sacanagem – e naquele momento ela levantou sua blusa, deixando os seios à mostra.
Todos se espantaram, alguns ficaram horrorizados, outros nem tanto, Judas se enforcou, pois se sentiu culpado por tudo aquilo. E aquele silêncio todo fora quebrado por um grito:
– Cacildis!!! – Mussum olhou para Dercy com entusiasmo – essa sim é do sindicatis, é daquelas que vai à lutis, essa é companheiris.”
Hermes para sua narração para o aviso do patrocinador. “Zepelins Compani, a empresa de turismo que leva você para conhecer os dois cantos do mundo, já sonhou em descer as Cataratas do Niágara em um barril, então venha para Zepelins Compani, pois o nosso limite é a borda da Terra.”
Hermes continua:
“Em um canto da caverna estava Virgulino Ferreira, no qual se queixava para Maria Bonita sobre as atitudes estranhas de Gugu Liberato. Mas Gugu sempre respondia:
– Temos que ser liberais, olhaaaaaa!!! Experimentar coisas novas, olhaaaaaa!!! – e começou a cantar e dançar – meu pintinho amarelinho cabe...
No outro canto da caverna, Sandra Rosa Madalena disputava com Carmem Miranda quem é melhor na dança. Próximo delas estava Chiquinha, que tentava flertar com Hercules, e ele respondia com um sorriso malicioso, e ela toda tímida, disse:
– Hoje eu estou de buchinha – e olhou para Hercules, toda corada e dengosa – meu amor! – suspirou.
Uma enorme sombra se projetou na parede, e Heitor disse:
– Aquilo é Tróia?
– Cacildis, que buta panção! – disse Mussum ao ver que Preta Gil tinha deitado de barriga para cima.
Jô Soares procurava conversar e saber sobre um pouco da vida de cada um. E Paul Rabbit anotava todo o que acontecia, em plaquetas de madeira, para um dia, talvez, escrever um livro de literatura, e não de autoajuda com base em ficção.”
Gostaria que vocês leitores do blog continuassem votando, em quem deve sair da caverna, para darmos continuidade ao Big Brother Caverna.
Daqui até 14 luas...
Emílio do Zezé do Zé Vergino

domingo, 29 de maio de 2011

As Aventuras de Raul Seixas na cidade de Mefistófeles ( Mefistópolis) Parte II



Parte II

Passados mais alguns dias
Naquele antro infernal
Raul às vezes sentia,
Um tanto quanto banal.
Ele ainda não entendia 
Por que tudo parecia
Com a sua vida normal.

Lá na terra ele tinha
Rock, mulher e bebida,
Aqui continua tendo
Tudo em doses desmedidas.
Às vezes ele pensava
Que no inferno não estava,
O Paraíso talvez,
Parecia que habitava.

De repente, se depara
Com alguém que conhecia,
No meio de uma multidão,
Que agora o aplaudia.
Era Mahatma Ghandi
Pregando a paz no lugar,
Raul foi se aproximando,
E com Ghandi foi falar:

– O que você faz aqui?
Eu não posso acreditar
Que um homem como você,
Esteja neste lugar.
– Quando era pra eu subir
Houve grande confusão,
Como não sou de briga,
Acabei ficando na mão.

Respondeu co`essas palavras;
O grande pacificador.
Raul ficou admirado,
Mas logo, ele concordou;
Lá no Céu há muita paz,
Não precisam dele lá,
Aqui ele tem mais espaço,
Pra sua luta continuar.

Raul ouviu um som
Que lhe era familiar
Parecia Hard days night,
que acabara de escutar.
O lugar era estranho,
Mas ele resolveu entrar,
Era no Clube Caverna
Onde estavam a tocar.

Quando entrou no lugar,
Raul ficou admirado
Com trajes anos sessenta,
Todo mundo fantasiado.
Assim que olhou pro palco,
Achou que estava enganado,
Viu John lennon e Paul,
fazendo um som danado.


Raul foi até eles,
Quando deu o intervalo.
Ele foi pra conversar,
e também cumprimentá-los.
Quando foi falar com Paul,
Ele ficou meio sem jeito:
– Será que estou enganado,
Ou não estou vendo direito?

Pelo que eu me recordo,
Você ainda está vivo,
O paletó de madeira,
Você não tinha vestido.
Paul deu uma risada
E a Raul explicou:
– Foi uma grande jogada,
Que a mídia encenou.

– Na verdade eu morri,
Em um acidente de carro
Pra não acabar com a banda,
Fizeram algo bizarro:
Colocaram logo um sósia,
Em meu lugar tocando baixo,
Até hoje brigo com John,
Por causa desse relaxo.

Raul começou a rir
Do que havia escutado.
E disse assim a Paul:
– Ora não fique chateado,
Se eles não fizessem isso
A banda tinha acabado,
E o mundo então não teria
Tantos discos aclamados.

Paul falou com certa raiva:
– Disso eu não importo:
Foi muito bom pra eles.
Mas o que eu não suporto,
É saber que o outro Paul,
A minha Linda agarrou,
E assim me transformou
no corno que hoje sou.

Logo no estabecimento,
Entrou alguém inusitado.
O povo se aquietou,
e todo mundou olhou:
Quem entrara era o Diabo.
Na sua capa vermelha,
Olhou pro povo de esguelha,
E balançou seu grande rabo.

– Raul venha até aqui!
Falou o Diabo imponente.
– Suba naquele palco,
Não me faça indiferente,
Pois agora dou-lhe um toque.
Mostre para essa gente,
Que o DIABO é o pai do Rock!
( continua)

Guido do Carmo 28/05/2011












quarta-feira, 25 de maio de 2011

Aqui Jaz Um Homem Bom - Foto e Reflexão

Olá amigos, o objetivo desta série de postagens "Foto e Reflexão" é mostrar um pouco da arte da fotografia através do meu olhar, e buscar sempre levar o leitor a uma breve reflexão sobre alguns temas que estão presentes em nosso cotidiano. 

Cemitério de Conceição dos Ouros - Abril 2011 - Foto e Edição Benedito Jr.

  
Aqui jaz um homem bom!


            Me coloco em frente ao portão do pequeno cemitério de uma cidade chamada Conceição dos Ouros, câmera nas mãos e um só pensamento pairava sobre minha graça, quantos “Homens bons” jazem nesta terra? E pra onde foram todos esses bons homens? Curioso né tantos já foram, tantos vão, muitos virão e irão um dia! Há quem diga que ou se vai para o inferno ou se vai para o céu, há também aqueles mais ousados que dizem que são poucos os que irão habitar o paraiso e que estes já foram predestinados bem antes de existir, outros em total dicotomia com essas idéias celestiais já são mais emparelhados com a idéia de que “O céu é só uma promessa”, esses já tem uma pressa e querem uma outra direção. Entre céus multicoloridos e infernos de temperaturas oscilantes só uma coisa é certa, “o cara mais underground que eu conheço é o diabo”. Os vários caminhos que tomanos nos levaram para algum lugar na eternidade. Seguindo esta lógica sem dúvida na entrada do meu céu terá um letreiro neon com os seguintes dizeres em letras garrafais, "Open Bar!". Pessoal até mais... Até semana que vem!

domingo, 22 de maio de 2011

Orgias na caverna de Platão


Se alguém aparecer dizendo que a verdade não é aquilo que acreditamos, e tudo aquilo que cremos é falso, vocês acreditariam? E dissesse algo mais assustador ainda, como que tudo que vemos nem sempre esta presente, e que existem objetos presentes, do qual, não podemos ver, vocês acreditariam? E dissesse algo extremamente aterrorizador, como se a vovó Mafalda fosse um homem vestido de velha, vocês acreditariam? E se esse alguém que disse tudo isto fosse seu amigo mais íntegro e honesto, vocês acreditariam?
Pois então vou contar-lhes a mesma história contada por Lázaro na feira de tabacos, sabor menta extra-refrescante, na Galileia.
“ Há muito tempo atrás, na antiga Grécia, no tempo em que a havaiana era de madeira, e que a gíria entre os jovens era “dar presente de grego”, onde havia poucos instrumentos musicais, como: sanfona, triângulo, zabumba; e a música não era muito prestigiada, sendo o maior hit do momento o “xote das ninfas”, da banda Heródoto e suas carpideiras. Os pais achavam que a música não proporcionava um bom futuro, e que o melhor era cursar em uma universidade, ou pelo menos fazer um curso tecnológico a distancia, de “ magia contemporânea dos Druidas”, muito popular na época, as pessoas trocavam correspondências pelo chamado “Poney Express”.
Naquele tempo existiu um velho sábio (mais velho do que sábio) chamado Platão, que escreveu “A República”, no qual, é composto por vários Tomos.
Platão muito preocupado com a falta de entretenimento da época pensou em criar algo que prendesse a atenção de todos, onde o povo poderia opinar, e que a crítica fosse voraz.
No começo ele pensou em criar uma casa, onde pessoas eleitas pelo povo, tomariam decisões sobre como impor ordens e deveres, mas Platão sabia que não faria sucesso, pois seria muita palhaçada, cheia de corrupção.
Então ele pensou em selecionar pessoas de povos diferentes, e coloca-los em uma caverna, e deveriam permanecer 14 luas, acorrentados lá, e que haveria apenas uma fresta de luz na caverna.
Todas as pessoas poderiam assisti-los e saber tudo o que acontecia na caverna, mas aqueles que estavam dentro da caverna não poderiam saber de nada que acontecia fora dela. (Muito estudiosos acreditam que este pode ter sido o primeiro Reality Show do planeta)
Platão chamou para participar deste evento: Menelau, o Espartano; Paris, o Grande Sedutor; Helena, a Mulher de Menelau; Virgulino Ferreira, o Lampião; Heitor, irmão do Grande Sedutor; Maria Bonita, a Mulata do Condor; Hercules, o Galã; Xena, a Guerreira; Dercy Gonçalves, a Mulher do pensamento Vulgar; Mussum, o Caçildis; Paul Rabbit, o Literato; Carmem Miranda, a Minnie Mause; Preta Gil, a Buta Panção de Fora; Chiquinha, a Operária; Judas, o Delator; Sandra Rosa Madalena, a Cigana; Gugu Liberato, o Pederasta; Jô Soares, outro Gordo; Elvira, a Rainha das Trevas.
No período de 14 luas, eles teriam que esquecer de tudo que havia no mundo de fora da caverna, para eles só deveria existir a caverna e mais nada. Após acontecer isso, o público que acompanharia todo o evento, nas suas noites, sendo narrado pelo grande apresentador da época Hermes, o Mensageiro, deveriam escolher um participante para sair da caverna, e ele deveria ser informado de tudo que acontecia no mundo. Depois de toda a revelação ele deveria voltar para a caverna e contar para todos o que sabia, e assim criariam um grande confronto, pois a realidade da caverna só existe na caverna, e Platão chamou isso de “Mito da caverna”.
Gostaria que vocês leitores do blog se manifestassem, e escolhessem quem deveria sair da caverna, assim podendo dar continuidade ao Big Brother Caverna.
Até daqui 14 luas!

Emílio do Zezé do Zé Vergino

sexta-feira, 13 de maio de 2011

As aventuras de Raul Seixas na cidade de Mefistófeles



Quando Raul desceu ao inferno
O diabo não se espantou:
cabeludo, barbudo e doutor
Aqui sempre se alojou.
Entregou-lhe em seguida,
a identificação, o crachá
Pra qualquer eventual saída.

Raul começou a visita
no lar de Mefistófeles
Viu muita gente importante
desde de Dante até Aristóteles.
Encontrou muitos heróis
quando ele se enturmou
Com a galera “Rock´n´roll”.

Logo viu Janis Joplin
Com o cabelo engomado
Já não era mais aquela
Tinha o bucho quebrado.
-Oxente, Janis Qu`aconteceu?
Você não está velha,
mas sua barriga cresceu.

-Bicho, o lance é o seguinte
Falou num inglês coloquial
Aqui temos muita farra
Comida, bebida, bacanau
Não há dieta, nem abstemia
É festa todo puto dia
Falou erguendo o Graal.

Raul ficou indignado
Viu que não era possível.
-Cadê a tortura, o castigo
do pecado irremissível?
-Nem tortura, nem castigo
não tem aos pecadores
É essa maldita ressaca,
o trem que me causa dores.

Continuou sua caminhada
entre as almas perdidas
Viu muita gente famosa
que se sucumbiram na descida.
Com Elvis Presley, seu ídolo
Raul queria encontrar
Foi ter com Brian Jones
-Onde ele poderia estar?

Brian quase afogou
com a cerveja que bebeu
-Vocês ainda acreditam?
Raul, Elvis não morreu!
Ele ficou desolado
Com o que acabara de ouvir
Mas já estava na hora,
D´ele tomar um elixir.

Entrou num country bar
Pra tomar um canjebrina
Passou pelos cowboys
E foi bulir com as “menina”,
Tirou a cinza da garganta
com um trago de gim
Foi isso que o matou,
Mas ele bebeu mesmo assim.

Chegaram até Raul
Dois cowboys dizendo assim:
-Meu nome é Wayne McLaren,
E esse é David McLean.
-Não querendo incomodar
Faça um favor pra mim?
“Tamos” mortos de vontade
de pitar um cigarrim.

-Me arrume um cigarro?
Raul disse: -Eu dou,
Mas vão lá pr`outro lado
Cês dois fumando juntos
dá uma treta dos “diabo”.
Raul deu uma tragada
numa dose de rum
Agarrou uma rapariga,
E saiu lá do saloon.
( Continua)

Guido Carmo – 12/ 05/ 2011



quarta-feira, 4 de maio de 2011

ROTA 173 no Paraisópoles Metal Legion





A bandeira do blog semi-acabada, produzida pelo grande artesão, artista, e mestre Charlie Curcio.
















O ROTA 173 com a galera do Stomachal Corrosion, essa foi a chegada com muita animação, e sem bebedeira....apenas procurando o Zezão!!!












Uma pré confraternização.












A alta Cúpula do ROTA 173, agora uniformizada.












O Lucas começou a malhar esses dias, e fica ai pagando de forte.......não tem nada haver com pimenta.










A nova formação do Stomachal Corrosion, em uma aparência tímida, mas o que vimos no palco, mostrou muito caráter.











Kodorna: proprietário da empresa Fênix, na qual fez as camisetas do ROTA 173, e também organizador do Metal Legion.








Grande amigo Ricardo, que criou varios dos bordões utilizados no blog.











Se você tem cachorros, ou simplesmente simpatiza com cães, evite essas pessoas.














Um dos maiores duelos de UFC apresentado no sul de minas, que aconteceu no Metal Legion.











Momento DAUVIM!!!!!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

10 coisas que aprendi com o filme The Blues Brothers.

     The Blues Brothers ( Os Irmãos Cara de Pau -título no Brasil e O Dueto da Corda – título em Portugal )- e eu achava o título do Brasil ruim- é uma comédia musical produzida por John Landis no ano de 1980. Estrelado por Dan Aykroyd e John Belushi que fazem os protagonistas da trama. Conta também com a participação de vários ícones do R&B, Blues e Soul como: James Brown, Aretha Franklin, Ray Charles, John Lee Hooker entre outros.  O filme conta a história de dois irmãos Elwood Blues ( Aykroyd) e Jake Blues (Belushi) que tinham uma banda de R&B no passado. Quando Jake sai da prisão vai visitar o orfanato onde passara sua infância, lá ele descobre que o orfanato passa por dificuldades e precisa de dinheiro para que não seja fechado. Os dois irmãos tentam reunir novamente a banda para arrecadar a grana que o orfanato necessita. Na odisseia de reunir os músicos e arrumarem lugares para tocar, os Blues Brothers acabam arrumando inúmeras encrencas com os tipos mais inusitados de Chicago. Na última parte do filme há uma perseguição digna dos filmes policiais da época. Eles são perseguidos por neo-nazistas, uma banda de country, a polícia de Chigaco, além do exército, da marinha e aeronáutica dos EUA.
         O filme merece créditos pela sua trilha sonora, pelas piadas inteligentes e pelo elenco de estrelas da música.
           Depois de assisti-lo várias vezes tive a ideia de fazer um Top Ten das coisas que aprendi com filme.
                           10 coisas que aprendi com o filme The Blues Brothers.

1- Aprendi que dá pra usar o transformador de alta tensão de um prédio como garagem.

2- Que a princesa Leia atira mal pra cacete!

3- Que dá para andar nos corredores e visitar as lojas do shopping de Chicago dentro de um  carro.

4- Que se quiser ser demitido do emprego é só dizer que quer ser padre.

5 - Aprendi que a tradução em português de Soul Food Cafe é Bar Soul Food (?).

6 - Que não foi John Lee Hooker que compôs o Blues “Boom Boom”.

7- Que Ray Charles mesmo cego atira melhor que princesa Leia.

8- Aprendi que nos bares country de Illinois na frente do palco tem telas de arame. E que se os cowboys não gostarem banda atiram garrafas e, se gostarem, também atiram garrafas.

9 - Que em Chigaco Girl from Ipanema ( Garota de Ipanema) de Tom Jobim é música de elevador.

10 - Que a polícia de Chicago é tão solidária que em uma perseguição se um dos carros cai numa ribanceira, outros tantos também caem.

                                                       












segunda-feira, 11 de abril de 2011

Shine On You Crazy Syd.. Syd Barrett nas letras do Pink Floyd


Syd Barrett (1946-2007)

Roger Keith Barrett, nome de registro de Syd. Músico ousado e de personalidade, membro da formação fundadora de uma das bandas mais renomadas no mundo do rock, o então chamado Pink Floyd Sound, posteriormente chamada apenas de Pink Floyd.
Syd Barret

Guitarrista, vocalista e principal compositor, Syd era conhecido pela sua forma estravagante de se vestir e principalmente de se portar. Sua personalidade transcendia apenas sua maneira de viver e atingia em cheio sua música carregada de uma psicodelia única.
Syd Barrett
Participou ativamente da composição de: "The piper at the gates of dawn" (1967), Album de estréia do Pink, sua participação na banda porém não foi de longa vida, uma vez que suas atividades ligadas ao uso excessivo de drogas como por exemplo o LSD o distanciava cada vez mais das suas atividades musicais. Devido ao agravante desses fatores o seu desligamento com o grupo Pink Floyd foi inevitável, deste desligamento se originaram duas obras "The Madcap Laughs" (1970) e "Barrett" (1971).
O que não se imaginava a essa altura eram os ecos que seriam ouvidos ao longo da história do Pink Floyd e é quando chegamos em "Wish you were here"(1975), que é considerado um pedido de desculpas a atitude em parte egoista tomada no final dos anos 60 quando Syd é deixado de lado da banda.
Vamos agora a uma análise das Principais Músicas desta obra, e as ligações que estas possuem com esse Mito musical SYD BARRETT.

Shine on you crazy diamond Part 1.

Primeira faixa do albúm, inicia-se com cerca de 9 minutos de uma composição envolvente que nos remete a uma atmosfera de bons tempos onde o diamante louco reluzia em um céu psicodélico e repleto de novas experiências. Iniciando o contexto da letra o que notamos é a mistura dos sentimentos de saudades dos tempos bons onde toda essa experiência musical teria começado, lembranças do saltitante Syd, com uma certa angustia e peso pelo que ele haveria passado e no que teria se tornado, certa vez em um documentário eles especificam bem esse sentimento alegando que eram jovens e por isso trataram do assunto com tanto egoismo. A nostalgia dos tempos de Syd é latente o que nos da uma intensidade extraordinária na música.




Wish you were here - Faixa 4


Wish You Were Here (1975)
Esta é clássica, pode ser considerada uma das pérolas do Pink Floyd, ressaltando a sua subjetividade, no contexto das vivências da banda essa música diz muito, uma vez que ela relata todas as possíveis confusões que Syd sofreu ao longo de sua vida, das suas mudanças de valores, opniões e o peso que isso trouxe a banda, uma vez que o desejo é uma alusão utópica e sentimental a presença de Syd na banda.

Syd Barret, hoje convive no panteão dos maiores ícones do rock, seu legado é vivo, transforma-se o tempo todo. SHINE ON YOU CRAZY DIAMOND!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Homenagem póstuma ao rock nacional

Homenagem póstuma ao rock nacional


O rock nacional ( o verdadeiro ), iniciou-se na conturbada década de 60, influenciados pelas bandas de rock`n`roll americanas dos anos 50 e 60 nasciam Raulzito e os Panteras e Os Mutantes
( duas bandas que realmente prestavam nos anos 60 no Brasil ). Na década de 70 Raul Seixas ( que saiu dos Panteras) e Secos & Molhados se destacaram. Os 80 foram os anos em que o rock brasileiro cantado em português teve sua maior expressão, INÚTIL é quem não percebe isso. O BRASIL passava pela transição da ditadura para a democracia, os jovens protestavam a forma de governo em suas letras e o ritmo era uma mistura de pós-punk, new wave e reggae, com bons arranjos e vocais influenciados pelos beatniks. Por TODOS OS LADOS havia uma manifestação do rock no BRASIL, mas todos seguindo a mesma IDEOLOGIA. Engenheiros no Sul, Legião no Centro-oeste, Titãs, Paralamas e outros no Sudeste, Camisa de Vênus no Nordeste formavam uma SONÍFERA ILHA musical. A MUSICA URBANA daquele tempo me livrava do TÉDIO, éramos GAROTOS, mas já cometíamos nossos PRIMEIROS ERROS e nossos primeiros acertos também.
Diferente da jovem guarda que copiavam os rock dos anos 50 e 60, os roqueiros dos anos 80
se influenciavam do rock americano e misturavam com o que estavam acontecendo no país no momento.
Não querendo puxar sardinha para o rock dos anos 80... mas, o que veio depois de Charlie Brown jr ?
Nx0 … Fresno... O rock nacional morreu mesmo.. contradizendo o Marcelo Nova que disse: “o rock nacional foi ao salão de beleza.... e taí o que é hoje”.
Eu discordo plenamente, o rock nacional morreu e está enterrado pela mídia... têm muitas coisas boas por aí, mas não temos acesso. Depois que apareceram os emos não veio mais nada de bom... ( Já notaram que o anagrama de emo é ome ? Emo é “ome” ao contrário kkkk)
Bom depois dos emos vieram os coloridos... desses nem vou falar nada, Influenciados pelo andrógino ( Boy George ) dos anos 80 na vestimenta, mas o som não tem influência nenhuma. Agora coraçãozinho com a mão é gay demais.

P. S Lembrando que isso é um artigo de opinião, e nós do Rota, deixamos bem claro que não temos preconceito musical, nem homossexual.