Rota 173

Localizado em um complexo demográfico rodeado de montanhas e ruas calçadas por paralelepípedos provenientes de suas próprias pedreiras. Tem ouro no nome, mas pode crê é ouro de tolo. Esse blog foi criado para que os integrantes do Clã Rota 173,no qual tem como objetivos frequentar eventos e festivais de rock'n roll; fazer viagens com foco em diversão; observar os transeuntes e incorporar bordões; postar seus textos, fotos,vídeos, e quaisquer outras "bestages" que estiverem a fim.

domingo, 26 de junho de 2011

13ª Expedição do Roça N Roll em Varginha - MG dia 25 de maio de 2011


Fotos da cobertura do ROTA 173 na 13ª Expedição do Roça N Roll, o maior evento de Rock N´Roll de Minas Gerais!

Marcinho ( O chefinho do Ribeirão Vermelhor) ao ser buscado por Emílio do Zezé do Zé Virginio

Marcinho na alegria da viagem

Emilio do Zezé do Zé Virginio

Eliabe alargando o chapéu

Thiago Vinicius não entendendo nada

Olhe bem no Robert la na Janela!

Eles viram o Robert estranhando a aglomeração de garotos bebados indo ao encontro de Satanás!

Momento Quebra de Pescoço!

O Marcinho segurou Na Bunda, Será que ele tomou tb?

Valdomiro cuidado, Tem Hachixe no Pão de Queijo
Eliabe, Thiago Vinicius, Charlie Curcio só curtindo o Roça!


Thiago Vinicius, Emilio do Zezé do Zé Virginio, Guido Carmo e Adrianão

Culto a Guido Carmo, Ritual Sagrado!
Benedito Jr. e Eliabe

Galera Curtindo o Roça ao maior estilo dança das cadeiras!


Thiago Vinicius, Emilio do Zezé do Zé Virginio e Dalsin (SJC)
Cerveja DESGRAÇADA!

Tirem suas próprias conclusões!
André, Eliabe, Thiago Vinicius, Marcinho, Emilio e o Robert!
Galera no Roça

Galera no Roça

Galera no Roça n Roll

Galera no Roça n Roll


Galera no Roça n Roll
GANGRENA GASOSA







IMAGO MORTIS









CLAUSTROFOBIA







CRACKER BLUES














TUATHA DE DANANN












ANDRÉ MATOS

















CATHEDRAL








Fotos por Benedito Jr. Rota 173!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

É diferente, mas é igual



Dizem que japonês é tudo parecido. Até aí concordo, eu não conseguiria distinguir pessoas numa multidão de japoneses, mas confundir chinês com japonês já é meio difícil.
Ontem, passando pelo centro da cidade, resolvi fazer um lanche na pastelaria do Chen. Entrei pedi um pastel, um café e sentei-me ao balcão para degustar o meu salgado. Enquanto comia, Chen conversava com uma mulher, que deveria ser sua esposa ou parente. Eles conversavam em seu idioma natal, talvez seria mandarim. Havia uma muher do meu lado, que ouvindo a conversa começou a rir, puxando conversa:
– Eu não entendo nada do que eles falam. Você entende japonês?
– Não, dona – disse – eu não entendo, mas eles não falam japonês, pois são chineses.
– Hum! Chineses? Achei que fossem japoneses. - disse ela.
Expliquei a ela que quem trabalha com pastéis são os chineses e não os japoneses.
– Ah, pra mim é tudo igual, japonês, chinês... não é tudo a mesma coisa? Perguntou ela novamente.
– Não.- respondi – China e Japão são do mesmo continente, mas são países distintos.
– Olha só - disse a mulher- eu não diferencio um japonês de um chinês. Você consegue ver a diferença?
– Sim... sim... há uma diferença física perceptível entre eles - respondi, já não aguentando mais.
– Sei não – disse ela - É diferente, mas pra mim é igual!
Depois de alguns minutos de silêncio ela veio a me fazer perguntas novamente:
– Por que será que japonês gosta tanto de trabalhar com pastel, ein?
Eu já estava cansado da história, mas respondi com um pseudo sorriso:
– Não dona, na verdade são os chineses que trabalham com massas, é uma coisa milenar. Passa de pai para filho. A China é um país tradicional em macarrão, em pastéis...
Ela olhou-me meio descrente, limpou a boca com as costas da mão e indagou:
– Mas macarrão não veio da Itália?
Eu já estava ao ponto de me irritar, mas resolvi levar a história um pouco mais adiante.
– Ah sim! A Itália é famosa por suas massas, mas foi Marco Polo que levou o macarrão da china para a Itália. Na China a tradição é milenar.
– Nossa! Interjecionou a senhora – não conheço esse tal Marcos Paulo não. Que coisa nem sabia disso.
Nessa hora eu já estava ficando maluco, então ela  levantou-se pagou a conta e despediu-se de mim e de Chen:
Tchau moço, tchau japonês!

Guido Carmo 09/06/2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Orgias na caverna de Platão ( Parte 2 )

*obs: para compreensão deste texto deverá ler a parte 1.
Estava recontando a história de Lázaro, no qual, ele contava nas feiras de tabaco, sabor menta extra-refrescante e agora nova edição sabor kiwi, na Galiléia; o grande acontecimento realizado por Platão, que ficou conhecido como o “Mito da caverna”.
Agora vamos falar o que aconteceu no período entre a 6ª e 8ª lua.
Hermes narra:
“Os participantes permaneciam acorrentados, apenas uma única fresta de luz que ilumina a caverna, e que projeta sombras na parede. Alguns dos participantes já estão acreditando que só existe as sombras, a caverna e as correntes, a alienação é o que acontece.
Confrontos e intrigas estavam para acontecer no exato momento que Paris se interessou por Helena e disse:
– Helena vamos embora para Tróia, pois lá será um dia a rainha.
– Não Paris – disse Helena desentendida – Elvira é a rainha, eu sou a mulher de Menelau.
-Não se faça de tola – Paris se enfureceu com a ingenuidade de Helena – Menelau é apenas um guerreiro espartano, já eu em Tróia sou o maior, sou líder, sou O Sedutor – falou com um olhar de arrogância para Hercules – e sim, eu darei conta do hardcore.
Judas ao ouvir toda aquela conversa, foi logo falar com Menelau, o que fez despertar a ira de Esparta, e ameaçou invadir Tróia e degolar Paris.
Heitor que já estava alienado, e tentando entender tudo o que acontecia, disse:
– Aqui é Tróia? Esta caverna chama-se Tróia? O que é Tróia? – olhou para todos procurando a resposta, e Paris olhou-o com desprezo, o que fez Heitor dar de ombros.
Xena com sua bravura tentou ameniza toda a situação, mas fora interrompida pela manifestação de Dercy Gonçalves:
– Poooooooooorra!!! Vai brigar o caralho! O povo não quer ver briga, o povo quer ver a gente fazendo sacanagem – e naquele momento ela levantou sua blusa, deixando os seios à mostra.
Todos se espantaram, alguns ficaram horrorizados, outros nem tanto, Judas se enforcou, pois se sentiu culpado por tudo aquilo. E aquele silêncio todo fora quebrado por um grito:
– Cacildis!!! – Mussum olhou para Dercy com entusiasmo – essa sim é do sindicatis, é daquelas que vai à lutis, essa é companheiris.”
Hermes para sua narração para o aviso do patrocinador. “Zepelins Compani, a empresa de turismo que leva você para conhecer os dois cantos do mundo, já sonhou em descer as Cataratas do Niágara em um barril, então venha para Zepelins Compani, pois o nosso limite é a borda da Terra.”
Hermes continua:
“Em um canto da caverna estava Virgulino Ferreira, no qual se queixava para Maria Bonita sobre as atitudes estranhas de Gugu Liberato. Mas Gugu sempre respondia:
– Temos que ser liberais, olhaaaaaa!!! Experimentar coisas novas, olhaaaaaa!!! – e começou a cantar e dançar – meu pintinho amarelinho cabe...
No outro canto da caverna, Sandra Rosa Madalena disputava com Carmem Miranda quem é melhor na dança. Próximo delas estava Chiquinha, que tentava flertar com Hercules, e ele respondia com um sorriso malicioso, e ela toda tímida, disse:
– Hoje eu estou de buchinha – e olhou para Hercules, toda corada e dengosa – meu amor! – suspirou.
Uma enorme sombra se projetou na parede, e Heitor disse:
– Aquilo é Tróia?
– Cacildis, que buta panção! – disse Mussum ao ver que Preta Gil tinha deitado de barriga para cima.
Jô Soares procurava conversar e saber sobre um pouco da vida de cada um. E Paul Rabbit anotava todo o que acontecia, em plaquetas de madeira, para um dia, talvez, escrever um livro de literatura, e não de autoajuda com base em ficção.”
Gostaria que vocês leitores do blog continuassem votando, em quem deve sair da caverna, para darmos continuidade ao Big Brother Caverna.
Daqui até 14 luas...
Emílio do Zezé do Zé Vergino